Indefinições marcam trajetória de Cleitinho na disputa pelo Governo de Minas Gerais

A corrida pelo Palácio Tiradentes em 2026 tem sido marcada por intensas reviravoltas envolvendo o senador Cleitinho Azevedo (Republicanos). Lançado como pré-candidato em março, o parlamentar alternou momentos de entusiasmo com sinais de desistência, gerando um cenário de incerteza dentro da cúpula do partido e no cenário político estadual. A indefinição culminou na rejeição de seu último pedido de candidatura pela direção nacional da legenda nesta terça-feira.
Durante os últimos meses, Cleitinho utilizou as redes sociais para desmentir rumores de desistência e chegou a liderar pesquisas de intenção de voto em diversos cenários. No entanto, divergências públicas com o presidente estadual do Republicanos, Eclydes Pettersen, e a ausência do senador em momentos cruciais, como a convenção estadual do partido, fragilizaram a viabilidade de seu nome para a disputa majoritária.
Fatores pessoais também impactaram o processo, como o luto pela perda de seu irmão mais novo em julho, o que afastou o senador das atividades políticas por um período. Paralelamente, o Republicanos iniciou negociações de apoio a outros nomes, como Marcelo Aro (PP), buscando alianças mais estáveis para o pleito. A situação reflete a complexidade das articulações partidárias que buscam definir o sucessor de Romeu Zema.
Com informações de G1 Minas Gerais.


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